Por Mr MacColin
Ultimamente venho escutando de diversas pessoas, renomadas ou desconhecidas, planos de um futuro econômico e social melhor. Muito bonito isso tudo. A proposta básica é erradicar o consumo de bens de luxo e de supérfluos, garantir a renda mínima de cada cidadão, e reverter o fluxo de pagamentos de dívidas públicas para o bem-estar geral da população.
Analisemos então os óbices. Como selecionar os bens supérfluos? Qual seria o mecanismo de escolha do que é supérfluo sem desconsiderar a preferência de cada consumidor? Este importante ponto da proposta ninguém tem coragem de responder, pois é muito fácil porpor o Éden econômico sem se preocupar com a sua funcionalidade.
Outra questão que esbarra na liberdade de escolhas do consumidor é a renda mínima. Como chegar à conclusão definitiva sobre o que é mínimo à existência do ser humano? Como forçar alguém a viver com aquilo que outro julga ser o suficiente?
Por fim, chegamos à questão mais radical de todas. A proposta de interromper os pagamentos das dívidas interna e externa para que parte da arrecadação possa ser aplicada em educação, saúde, transporte, etc. O grande mistério que fica sutilmente soterrado pela falsa correção e ingenuidade desta proposta politicamente correta é o modo pelo qual serão atingidos os objetivos e suas consequências.
Basicamente, a proposição de reverter os pagamentos das dívidas para o bem estar do povo pede o não cumprimento de contratos e o rompimento com o sistema econômico vigente em todo o mundo (com raras exceções). Como consequência há a quebra da confiança no país e a retração do fluxo de capitais externos e do comércio exterior. Inflação, queda da produção interna, moratórias e desemprego seriam normais em uma situação como esta, o que difere completamente dos objetivos primeiros da proposta.
Portanto, quando me veem falar da beleza de idéias maravilhosas sobre um futuro pleno de paz e prosperidade eu me recordo de um axioma basilar das Ciências Econômicas: o princípio da escassez. E também penso no desdém às individualidade e diversidade humanas nescessário para se formular tais teorias utópicas. Que presunção acharem-se ungidos de divina sabedoria para aplacarem as enfermidades sócio-econômicas deste país! Mas não os culpo pela ânsia de acabar com os sofrimentos do corpo, só fico perplexo com o preço imposto para tentar alcançar este objetivo: o totalitarismo.
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Crianças de 7 a 10 anos serão incentivadas ao homossexualismo pelo Governo do PT
Este vídeo está postado aqui em homenagem aos meus amigos que votam no PT, no PSol, no PC do B, no PCB, no PCO, no PSTU, no PSB , no PDT e no PMDB. É uma homenagem também àqueles amigos que me acham conspiracionista, conservador, careta, causador de tumulto, capitalista, preconceituoso, burguês.
A todos vocês caros amigos, que apóiam estes desenvolvimentistas, esquerdistas, progressistas, aquecimentistas, minoristas e etc, muito obrigado!
Obrigado a todos vocês que acreditaram e acreditam nas mentiras de políticos esquerdistas, seja por desacordo ideológico, lavagem cerebral, ou o que quer que seja.
Obrigado por acreditarem neste maniqueísmo criado pela cultura do ódio, por cederem às vontades das "minorias", por acharem que todos os problemas sociais são criados por entidades malvadas tal qual o capitalismo e que estes podem ser resolvidos pelo totalitarismo esquerdista.
Por fim, muito obrigado por não terem escutado o que os muitos conservadores e conspiracionistas já vinham alertando há anos!
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
sábado, 4 de dezembro de 2010
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
O Estado social-democrata sueco contra a família
Por Hilary White
KARLSTAD, Suécia, 30 de novembro de 2010 (Notícias Pró-Família) - Um tribunal regional da Suécia sentenciou um casal a nove meses de cadeia para cada um e os multou o equivalente a 10.650 dólares depois que eles confessaram que batiam em três de seus quatro filhos como parte normal de seus métodos de educar e disciplinar filhos. Em 1979, a Suécia tornou crime os pais aplicarem castigo físico nos filhos, uma medida que foi o primeiro passo, de acordo com um advogado de direitos dos pais nos EUA, para o Estado sueco praticamente se apoderar de toda a autoridade e direitos dos pais.
Documentos do tribunal, citados pela Televisão Sveriges, disseram que os pais, cujos nomes não foram divulgados na imprensa, "explicaram que haviam usado o que eles mesmos descreviam como bater e castigo físico como parte de seus métodos de criar os filhos".
Os documentos disponibilizados não dão nenhuma indicação de que os pais cometiam abusos, e o tribunal ainda comenta que os pais "tinham um relacionamento de amor e cuidado com os filhos".
Apesar disso, os pais foram mandados para a prisão e multados em 25.000 coroas suecas para cada um dos "filhos afetados". Os filhos foram enviados para um orfanato sustentado pelo Estado, onde estão desde junho deste ano, e Mike Donnelly, diretor de relações internacionais da Associação de Defesa Legal da Educação Escolar em Casa (ADLEEC), que tem sede nos EUA, disse para LifeSiteNews.com que é "extremamente improvável" que os filhos sejam devolvidos para sua família.
Donnelly disse que esse caso é típico dos casos de muitas famílias com valores tradicionais na Suécia: "Na área de direitos da família na Suécia, as coisas realmente não estão indo bem ali".
Embora a ADLEEC não defenda uma posição oficial sobre o uso de castigo físico, Donnelly disse que claramente cabe aos pais decidirem se o castigo físico é uma forma apropriada de disciplina.
"Os pais se tornaram meros funcionários do governo, tendo o Estado sueco se apossado diretamente da função deles", Donnelly disse. "E esses pais foram presos por fazerem o que nos EUA seria perfeitamente normal".
Noventa por cento das crianças suecas estão em creches financiadas pelo governo desde idades bem novas, até mesmo bebês de um ano e meio, disse ele. É a posição do Estado que os pais sejam dominados pelo Estado em áreas de criação de crianças, disse ele.
Donnelly disse, porém, que os melhores interesses das crianças não são a prioridade mais elevada do Estado. "Daí, eles pegam essas crianças que têm um relacionamento de amor e carinho com seus pais e as mandam para orfanatos, e jogam os pais na cadeia por nove meses".
Donnelly citou o caso agora famoso de Domenic Johansson, o menino que foi arrancado dos pais por funcionários do governo porque seus pais estavam lhe dando aulas escolares em casa, um ato que também é ilegal na Suécia.
"Moral da história: não vá para a Suécia. Não mude para lá, se quiser ter uma família normal".
Informações de contato:
Embaixada da Suécia no Brasil
SES, Avenida das Nações, Qd 807, Lt 29
70419-900, Brasília - DFTel:+55-61-3442 52 00
Tel emergência:+55- 61-8127 42 69
Fax:+55-61-3443 11 87Email: ambassaden.brasilia@foreign.ministry.se Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
Embaixada da Suécia em Portugal
Rua Miguel Lupi 12-2°-Dto
1249-077 LisboaTelefone:+351-213 942 260
Fax:+351-213 942 261Email: ambassaden.lissabon@foreign.ministry.se Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
Tradução:Julio Severo
Título original: Pais suecos são presos por aplicar disciplina. Governo lhes tira os filhos
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/news/swedish-parents-jailed-for-spanking-children-seized
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KARLSTAD, Suécia, 30 de novembro de 2010 (Notícias Pró-Família) - Um tribunal regional da Suécia sentenciou um casal a nove meses de cadeia para cada um e os multou o equivalente a 10.650 dólares depois que eles confessaram que batiam em três de seus quatro filhos como parte normal de seus métodos de educar e disciplinar filhos. Em 1979, a Suécia tornou crime os pais aplicarem castigo físico nos filhos, uma medida que foi o primeiro passo, de acordo com um advogado de direitos dos pais nos EUA, para o Estado sueco praticamente se apoderar de toda a autoridade e direitos dos pais.
Documentos do tribunal, citados pela Televisão Sveriges, disseram que os pais, cujos nomes não foram divulgados na imprensa, "explicaram que haviam usado o que eles mesmos descreviam como bater e castigo físico como parte de seus métodos de criar os filhos".
Os documentos disponibilizados não dão nenhuma indicação de que os pais cometiam abusos, e o tribunal ainda comenta que os pais "tinham um relacionamento de amor e cuidado com os filhos".
Apesar disso, os pais foram mandados para a prisão e multados em 25.000 coroas suecas para cada um dos "filhos afetados". Os filhos foram enviados para um orfanato sustentado pelo Estado, onde estão desde junho deste ano, e Mike Donnelly, diretor de relações internacionais da Associação de Defesa Legal da Educação Escolar em Casa (ADLEEC), que tem sede nos EUA, disse para LifeSiteNews.com que é "extremamente improvável" que os filhos sejam devolvidos para sua família.
Donnelly disse que esse caso é típico dos casos de muitas famílias com valores tradicionais na Suécia: "Na área de direitos da família na Suécia, as coisas realmente não estão indo bem ali".
Embora a ADLEEC não defenda uma posição oficial sobre o uso de castigo físico, Donnelly disse que claramente cabe aos pais decidirem se o castigo físico é uma forma apropriada de disciplina.
"Os pais se tornaram meros funcionários do governo, tendo o Estado sueco se apossado diretamente da função deles", Donnelly disse. "E esses pais foram presos por fazerem o que nos EUA seria perfeitamente normal".
Noventa por cento das crianças suecas estão em creches financiadas pelo governo desde idades bem novas, até mesmo bebês de um ano e meio, disse ele. É a posição do Estado que os pais sejam dominados pelo Estado em áreas de criação de crianças, disse ele.
Donnelly disse, porém, que os melhores interesses das crianças não são a prioridade mais elevada do Estado. "Daí, eles pegam essas crianças que têm um relacionamento de amor e carinho com seus pais e as mandam para orfanatos, e jogam os pais na cadeia por nove meses".
Donnelly citou o caso agora famoso de Domenic Johansson, o menino que foi arrancado dos pais por funcionários do governo porque seus pais estavam lhe dando aulas escolares em casa, um ato que também é ilegal na Suécia.
"Moral da história: não vá para a Suécia. Não mude para lá, se quiser ter uma família normal".
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Embaixada da Suécia no Brasil
SES, Avenida das Nações, Qd 807, Lt 29
70419-900, Brasília - DFTel:+55-61-3442 52 00
Tel emergência:+55- 61-8127 42 69
Fax:+55-61-3443 11 87Email: ambassaden.brasilia@foreign.ministry.se Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
Embaixada da Suécia em Portugal
Rua Miguel Lupi 12-2°-Dto
1249-077 LisboaTelefone:+351-213 942 260
Fax:+351-213 942 261Email: ambassaden.lissabon@foreign.ministry.se Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
Tradução:Julio Severo
Título original: Pais suecos são presos por aplicar disciplina. Governo lhes tira os filhos
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/news/swedish-parents-jailed-for-spanking-children-seized
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